
As limitações impostas pela topografia – não nos podemos esquecer que estamos, em rigor, num contexto de montanha – e pela forma de ocupação do concelho – com um corredor de maior concentração populacional – bem como o contínuo aumento do número de veículos automóveis, impõem uma análise dos pólos geradores de tráfego e dos fluxos viários e de transporte.
O sistema viário deverá ser melhorado, analisando-se e reformulando o traçado das linhas mais importantes de tráfego colectivo e particular. O PSD Arouca vê então como imperativo dentro do âmbito de transportes e comunicações:
Cooperar com as outras forças políticas, entidades associativas, empresariais cooperativas, etc. para lutar em bloco, junto do Governo, para a rápida concretização da via estruturante até ao nó da Feira.
Cooperar com as outras forças políticas, entidades associativas, empresariais cooperativas pela execução do IC35 e da A32 (obras estas que fazem parte do plano rodoviário nacional)
Modernizar as acessibilidades não só com os concelhos de V. Cambra, Feira, O. Azeméis, mas também com C. de Paiva, S. Pedro do Sul e Castro Daire.
Elaborar um Plano Rodoviário Municipal, devidamente articulado com o renovado Plano Director Municipal, que defina a estratégia de desenvolvimento da rede viária municipal a médio e longo prazo, nomeadamente a sua interligação com a rede rodoviária nacional e a definição dos investimentos prioritários.
Elaboração de estudos sobre a circulação e o ordenamento do trânsito.
Construção de uma via de lentos na subida da EN Rossas – Chão de Ave;
Lutar e procurar assegurar carreiras de transportes públicos de qualidade e economicamente atractivas para os arouquenses desde e para Arouca de e para os centros urbanos periféricos (Porto, Feira, São João Madeira, Aveiro,....)
O sistema viário deverá ser melhorado, analisando-se e reformulando o traçado das linhas mais importantes de tráfego colectivo e particular. O PSD Arouca vê então como imperativo dentro do âmbito de transportes e comunicações:
Cooperar com as outras forças políticas, entidades associativas, empresariais cooperativas, etc. para lutar em bloco, junto do Governo, para a rápida concretização da via estruturante até ao nó da Feira.
Cooperar com as outras forças políticas, entidades associativas, empresariais cooperativas pela execução do IC35 e da A32 (obras estas que fazem parte do plano rodoviário nacional)
Modernizar as acessibilidades não só com os concelhos de V. Cambra, Feira, O. Azeméis, mas também com C. de Paiva, S. Pedro do Sul e Castro Daire.
Elaborar um Plano Rodoviário Municipal, devidamente articulado com o renovado Plano Director Municipal, que defina a estratégia de desenvolvimento da rede viária municipal a médio e longo prazo, nomeadamente a sua interligação com a rede rodoviária nacional e a definição dos investimentos prioritários.
Elaboração de estudos sobre a circulação e o ordenamento do trânsito.
Construção de uma via de lentos na subida da EN Rossas – Chão de Ave;
Lutar e procurar assegurar carreiras de transportes públicos de qualidade e economicamente atractivas para os arouquenses desde e para Arouca de e para os centros urbanos periféricos (Porto, Feira, São João Madeira, Aveiro,....)